38- Carta do Gilvan

Alexandre: O seu livro me impactou demais. A mescla que você consegue fazer de lirismo amoroso e política (sem panfletismos boçais) é surpreendente. E num verso minimalista, contido, em que às vezes a expressão dos “estrondos que vão dentro do peito”, para citar Gregório de Matos, e da cabeça e do pulso e das veias,… Continue a ler 38- Carta do Gilvan

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39- Modos da margem 3

No ano de lançamento do livro, organizamos, eu, Beto e Camillo, na Faculdade de Letras da UFRJ um Seminário de 3 dias sobre Os modos da margem. O evento reunia alguns co-autores, bem como pós-graduandos que apresentariam pesquisas afins. Eu já me sentia bastante esgotado de tentar variar em torno do tema da pesquisa. No… Continue a ler 39- Modos da margem 3

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40- Uma entrevista

De: João Camillo PennaEm 12 de junho de 2016 04:00 Para: Alexandre e Beto Caros, O Beto já sabe, contei a ele na quinta quando estivemos juntos nos PACC. Coloco o Alexandre a par. Eis s história: Ettore Finazzi-Agrò, professor de literatura brasileira na Universidade de Roma, editor da revista de Letterature d’America, o Beto… Continue a ler 40- Uma entrevista

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41- Fragmento de resposta da entrevista (o pulo do gato)

A literatura (e a arte em geral), mais de uma vez na história, já foi metaforizada como arma, como é o caso de muitos discursos hoje do RAP e da Literatura Marginal. Neste campo, as coisas podem ser mais complicadas. O estado de exceção permanente da sociedade brasileira nos obriga a tomar posições sociologicamente fortes… Continue a ler 41- Fragmento de resposta da entrevista (o pulo do gato)

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42- Ficção e reexistência

Em 2019 saio para o meu segundo pós-doc com um novo projeto, agora sim voltado para a de criação literária e a reflexão sobre essa prática em ambiente acadêmico, na área de Letras. A formação do autor demanda a construção de uma sensibilidade no cruzamento entre a vertiginosidade da vida e da cultura contemporâneas e… Continue a ler 42- Ficção e reexistência

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43- Sete tópicos – caminhos prospectivos

Como prometido, muito tempo atrás, no capítulo que intitulei um memorial precoce, apresento sete tópicos, que dão um valor prospectivo a pesquisa sobre criação poética e ficcional na esfera acadêmica. Eles serão objetos de meus próximos projetos de pesquisa em iniciação científica por, pelo menos, os próximos quatro anos. Sete pontos de uma proposição teórica… Continue a ler 43- Sete tópicos – caminhos prospectivos

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44- Professor e orientador

Norteou a fatura desse memorial uma espécie de evocação de mestres. Não exatamente no sentido acadêmico, mas mestres que o taoísmo me ensinaria a reconhecer como aquelas pessoas que nos aportam recursos e aprendizado na nossa trajetória, neste caso a minha trajetória profissional. São pessoas assimiladas mesmo como divindades. Falar de mim, torna-se, portanto, reconhecer… Continue a ler 44- Professor e orientador

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45- Márjori Mendes

Alexandre Faria: adorei o seu texto! Parabéns!!!! Márjori Mendes: eu não sei se vc lembra, mas um dia na salinha de literatura eu te contei desse meu ex-namorado que tinha me dado Crepúsculo depois de eu implorar muito, mas comprou junto Drácula e entregou com o seguinte bilhete: Pra vc ler, comparar e descobrir oq… Continue a ler 45- Márjori Mendes

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46- Coda

Retomando o início do memorial, 2020 foi um ano suspenso, de vida suspensa. O Estágio pós-doutoral em Coimbra realizou-se parcialmente, com atividades à distância. A viagem a Portugal durou duas semanas de rua e meses de confinamento e solidão. Somente em 2021 consegui realizar um dos objetivos do projeto, a construção de um livro híbrido,… Continue a ler 46- Coda

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Serotonina, Michel Houellebecq

comecei a me cansar dos programas culinários, aliás impecáveis, e aí foi o verdadeiro começo da minha derrocada. Tentei me interessar pelos debates sobre temas sociais, mas esse período foi decepcionante e breve: o conformismo extremo dos participantes, a desoladora uniformidade de suas indignações e seus entusiasmos chegavam a tal ponto que eu já podia… Continue a ler Serotonina, Michel Houellebecq