Agóleo, de Alexandre Faria – os males que do Brasil são. Por Fernando Fiorese

Publicado originalmente na revista Caliban, em https://revistacaliban.net/ag%C3%B3leo-de-alexandre-faria-os-males-que-do-brasil-s%C3%A3o-511a28ccee4e Entenda-se como repto, provocação, blague ou artimanha a rubrica “um romance instagrâmico” que Alexandre Faria apõe ao volume Agóleo (2024). Trata-se de poesia, ainda quando emprega procedimentos da ficção e outros gêneros da prosa (crônica, jornalismo, historiografia etc.). Trata-se de poesia de circunstâncias, nos termos propostos por Goethe nas conversas registradas por… Continue a ler Agóleo, de Alexandre Faria – os males que do Brasil são. Por Fernando Fiorese

Silêncio e caos, por Vilma Costa

Publicado no jornal Rascunho, em novembro/2013. Venta não, de Alexandre Faria, reúne noventa poemas subdivididos em dois grupos. O primeiro, “tudo muito sempre”, possui oitenta e um poemas. O segundo, “o pai era um”, agrupa os nove restantes, cada qual formado por nove versos. Há uma estrutura diferenciada entre os dois blocos, tanto do ponto… Continue a ler Silêncio e caos, por Vilma Costa

Lágrima palhaça: a poesia-semante de infância e memória, por Tânia T. S. Nunes

Tania T. S. Nunes, doutoranda UFF                                   O bote é cilada / Adverte à naja   A flauta do encantador  Melhor seduz / Quem se deixa dominar (p. 23)                 Em tempos de corpos enrijecidos e descrentes da vida, o título… Continue a ler Lágrima palhaça: a poesia-semante de infância e memória, por Tânia T. S. Nunes