"E, se lá pelas tantas, Gilles afirma, em seu ensaio “Literatura e vida”, que o começo da literatura surge com a morte do porco-espinho ou com a morte da toupeira, a nossa literatura modernista nasce, com efeito, não só com o canto dos sapos, mas com a morte da primeira namorada de Manu, o porquinho da índia." SAINT, Sílvia. Dloron! A dobra dos modernos no Brazil. Pásargada: Edições TT, 2010.
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